Coral Agbára faz estréia em Beagá

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RELEASE 26/06 - Coral Agbára - Vozes d'África faz primeiras apresentações em BH e Nova Lima

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Coral Agbára – Vozes d’África faz estréia com
resgate de cânticos da tradição milenar yorùbá
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Foto: Luís Carlos Artiaga/Divulgação

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Criado esse ano, por iniciativa do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá (IACY), com a proposta de apresentar as músicas da tradição yorùbá, sustentada pela língua homônima falada pelos povos africanos do Golfo do Benin, o Coral Agbára – Vozes d’África realiza suas primeiras apresentações nos dias 08 e 10 de julho, no Teatro Imaculada Conceição e Museu Histórico Abílio Barreto, respectivamente. O coral apresenta-se também no Teatro da PUC, no dia 14, e em Nova Lima, no dia 17, no Teatro M
unicipal Manoel Franzen de Lima. Todas as apresentações serão gratuitas. A apresentação no Museu Histórico Abílio Barreto, no dia 10, será precedida de uma palestra do nigeriano Sr. Otunba Adekunlê Aderonmu, presidente do Centro Cultural Africano de São Paulo.
A criação do coral foi uma iniciativa do coordenador do IACY, o nigeriano Olúségun Akínrúlí. O grupo conta também com regência do maestro cubano Nestor Lombida Hunt, preparação vocal da cantora Eda Costa e acompanhamento de percussão nos batás (tambores da tradição yorùbá) com os cubanos Dadier Aguilera, Dalgis Yolanda Del Rio e Rosa Maria Villarrial Téllez, com coordenação do ogã Carlinhos de Oxóssi.
As canções do repertório refletem a matriz cultural yorùbá com referências às mitopoéticas – chamadas orikis – que fazem referências ao panteão dos orixás, deuses supremos dessa tradição, muito presentes e cultuados nas religiões afro-brasileiras, como é o caso do candomblé, e também na santeria praticada em países como Cuba e Venezuela.
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Formação do Coral
Dividido entre dois núcleos em Belo Horizonte e Nova Lima, o Coral Agbára possui cerca de 40 coristas, que realizam ensaios e curso de formação aos sábados, no Centro Cultural da UFMG e Teatro Municipal de Nova Lima.
O curso de formação foi dividido em seis módulos, sendo eles: 1 – Língua Yorùbá; 2 – Cultura Yorùbá; 3 – Canto Coral com músicas da tradição Yorúbá, que contou com o pianista, compositor e regente cubano Nestor Lombida Hunt; 4 – Comidas Yorùbás; 5 – Acompanhamento e Percussão Yorúbá, coordenado pelo percussionista Carlinhos Oxóssi; e 6 – Preparação vocal, com a cantora Eda Costa. Todos os módulos têm coordenação geral de Olúségun Akinrúlí
“Quando começamos, tudo parecia que não iria dar certo, por muitas dúvidas e as dificuldades naturais, pois é uma outra língua, com outra estrutura. Mas o resultado surpreende, e os coristas estão evoluindo bem, mesmo diante das dificuldades, principalmente com os rítmos, pois não são rítmos padrões como o quatro por quatro. Já no ensaio aberto, foi evidente o sucesso deles. Eles já estão cantando com fidelidade à língua e aos ritmos. Cada dia tem sido uma nova experiência”, ressalta Olúségun Akínrúlí.
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A Cultura Yorùbá e sua presença na Cultura Brasileira
Foto: Muyiwa Osiuye
De tradição milenar, falada e cultuada por mais de 100 milhões de pessoas em todo mundo, a língua e a cultura yorùbá é predominante na Nigéria, país de maior população na África e que possui cerca de 200 etnias, mas está presente também em nações como Bahamas, Benin, Brasil, Camarões, Costa do Marfim, Cuba, El Salvador, EUA, Porto Rico, Reino Unido, Togo, entre outros.
No Brasil, a influência da cultura iorubana se deu na primeira metade do século XVIII, com a vinda de negros da costa do Benin através do tráfico negreiro transatlântico, aportados na Baía de Todos os Santos, em Salvador. Na capital baiana, lugar onde essa presença iorubana é mais notável, existem edificações com nomes em yorùbá, além da língua – que é a mais falada nos terreiros de candomblé no Brasil – tornar-se oficialmente obrigatória no ensino em escolas fundamentais nos últimos anos. Palavras como “abada” (espécie de camisão que era utilizado pelos africanos no Brasil e seus descendentes, mas que, atualmente, se referem às vestes dos foliões de blocos carnavalescos da Bahia), “acarajé”, “jagunço” (advindo de jagun-jagun = soldado ) e “Morumbi”, entre outras provam como é grande a influência da cultura e língua yorùbá na formação da nacionalidade e da cultura popular brasileira.
Recente pesquisa realizada pela ONU afirma que de cada cinco negros ou afrodescendentes nascidos no mundo, três deles descendem da Nigéria, país considerado a “terra mãe da África”. É legítimo salientar que cada uma dessas pessoas carrega dentro de si, desde o seu nascimento até a sua morte, a essência de sua cultura original. É por isso que, nas artes, a presença iorubana está representada por personalidades como Carlinhos Brown, Gilberto Gil, Djavan, Inaicyra Falcão, Mestre Didi, Emanuel Araújo, Daniela Mercury, entre outros.
“O coral propõe mostrar muitas coisas. Ele traz consigo uma bagagem enorme, mas propomos mostrar um fragmento dessa cultura, tanto da música como da literatura dos povos yorùbás. Isso é importante para a sociedade brasileira, uma vez que parte dessa cultura foi diluída ao longo do tempo. E pretendemos mostrar essas informações de maneira correta, corrigindo alguns erros cirados ao longo dos anos, mas reafirmando a contribuição yorùbá na formação da identidade do povo brasileiro”, afirma Akinruli.
O projeto tem patrocínio do programa Cemig Cultural, através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, e também da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.
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Dos professores
Olúségun Akínrúlí – o coordenador do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá (IACY) e do projeto “Agbára – Vozes d’África” é nascido na Nigéria e vive em Belo Horizonte desde 2004. Formado em Ciências Econômicas pela Universidade de Lagos (Nigéria), com MBA em Finanças pelo IBMEC, Olúségun é também músico pianista, professor de inglês na escola Cultura Inglesa, de língua yorùbá do Cenex da Universidade Federal de Minas Gerais, e também do curso de Língua e Cultura Yorùbá, oferecido na PBH pelo IACY. Dentre diversos eventos, foi organizador da 1ª mostra de Cinema Nigeriano na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN), em 2007, e do 1º Seminário Internacional de Cultura Yorùbá, realizado no Centro Universitário Newton Paiva, em 2006. Sobre a cultura e tradição yorùbá, realiza palestras, tendo já participado de eventos em Salvador e Rio de Janeiro.
Carlinhos de Oxóssi – Percussionista iniciado como alabê (ou ogã, que são os tocadores de atabaques) nas tradições do candomblé, Carlinhos é ainda cantor, compositor e criador de ritmos – como o sambangolê –, além de fundador do Fala Tambor, primeiro grupo de samba-de-roda de Minas Gerais.
Eda Costa - Cantora profissional iniciada em 1991, quando foi aluna da cantora Babaya, Eda Costa já gravou com grandes nomes da música mineira, como Paulinho Pedra Azul e Sérgio Pererê. Foi preparadora vocal de grupos como o Teatro Negro e Atitude (TNA), Cia Acômica e a Cia Lúdica. Atualmente é professora da escola de teatro da PUC-Minas e canta na banda Oncotô.
Nestor Lombida Hunt – Nascido na década de 50 em Havana (Cuba), é pianista, compositor, arranjador e regente de orquestra. Pertencente a União de Escritores e Artistas de Cuba, possui vasta carreira musical com atuação em diversas bandas e orquestras do país, tendo se apresentado já por países como Angola, França, Áustria e Turquia. Foi Diretor Regional de Educação Artística do Ministério da Cultura de Cuba, onde também ocupou o cargo de membro da Comissão Nacional de Avaliação do Setor Artístico Musical. Em Minas Gerais, foi professor da escola Pró-Music, onde criou a Orquestra Big-Band, e professor de arranjo e improvisação do CEFAR-Palácio das Artes, sendo o regente da Orquestra Big-Band.
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Serviços:
Apresentações do Coral Agbára – Vozes d’África:
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Dia 08 de julho (quarta-feira), às 19 horas
Teatro Imaculada Conceição (rua Aimorés, 1.600, Lourdes, Belo Horizonte)
Entrada franca
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Dia 10 de julho (sexta-feira), às 19 horas
Museu Histórico Abílio Barreto (av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, Belo Horizonte)
Entrada franca
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Dia 14 de julho (terça-feira), às 12 horas
Teatro da PUC Minas do Coração Eucarístico (av. Dom José Gaspar, 500, Coração Eucarístico, Belo Horizonte)
Entrada franca
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Dia 17 de julho (sexta-feira), às 19 horas
Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima (praça Bernardino de Lima, s/nº, centro, Nova Lima)
Entrada franca
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Informações: 9238-9923/ 9203-7176 e www.institutoyoruba.com
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OBS: Fotos para divulgação, clique aqui para baixar. Crédito obrigatório do fotógrafo: Luís Carlos Artiaga/Divulgação.
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com


Lançamento do novo show "TecnoGroove", de TOM NASCIMENTO com convidados

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Acessem www.tomnascimento.com.br !

RELEASE 22/06 - Tom Nascimento lança site oficial e show "TecnoGroove" com Pedro Morais, Dokttor e Shabê


Tom Nascimento apresenta novo show “TecnoGroove”
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Com participações especiais de Pedro Morais e da dupla Dokttor e
Shabê, artista reúne seus colegas também selecionados no Programa
Música Minas em noite de lançamentos
Foto: Netun Lima
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Um passeio suingado, movido pelo original funk da soul music com paradas obrigatórias no reggae, salsa, afoxé e variações do samba (samba-funk, samba-rock...), que vai dar num punch que mistura, ainda, a percussividade aos timbres eletrônicos. Essa é a “viagem musical” proposta pelo novo show do cantor e compositor Tom Nascimento, intitulado “TecnoGroove”, que será lançado no próximo dia 26 de junho (sexta-feira), a partir das 22 horas, no Stúdio Bar (rua Guajajaras, 842, centro). Com participações especiais do cantor e compositor Pedro Morais e da dupla de rap Dokttor Bhu e Shabê, o show apresenta a face autor de Tom Nascimento. Na ocasião, será lançado o site oficial www.tomnascimento.com.br.
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TecnoGroove
Acompanhado de banda com nova formação, Tom explora as potencialidades tecnológicas, como o uso de loop station, efeitos e samplers, incorporados às técnicas de afro-beatbox e as batidas percussivas do violão, uma das marcas dele enquanto instrumentista. “Eu sempre trabalhei com música mais orgânica e agora estou me rendendo à tecnologia para potencializar minhas músicas, mas sem perder minhas características”, diz Tom. No palco, é acompanhado nesse novo trabalho pelos músicos Paulo Costa (baixo e samplers), Dionata Rodrigues (teclados), Johnny Herno (percussão e efeitos), Rodrigo Gonçalves (bateria) e dos backing vocals Ruly e Nequinho.
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No repertório, pesam as músicas autorais, com novos arranjos e destaque para “Funk-se Rock-se”; “La Formica Teresa”, composta na Itália durante o verão europeu e que .teve lá clipe gravado; “Assim Não”, parceria com Tattá Spalla; “Você Pode”, pa
rceria com Nito Landau; e a já conhecida “Menina Bela”, além de algumas “releituras radicais” – como ele prefere chamar -, que é o caso do clássico de Alceu Valença, “La Belle de Jour”, que foi transformado em funk. “Nos bares experimentei algumas dessas músicas e percebi a força delas, o que foi me mostrando o caminho para elaborar esse novo trabalho. Mas acredito também que a viagem que fiz à Itália ano passado para tocar foi decisiva. Retornei com novas composições, algumas bem vigorosas como ‘Funk-se Rock-se’ e ‘La Formica Teresa’”, acredita.
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Será com “TecnoGroove” que Tom Nascimento circulará no projeto “Música Minas”, do Governo do Estado, em que foi selecionado para tocar em três capitais brasileiras e, coincidentemente, os convidados desse show de lançamento, Pedro Morais e Dokttor Bhu e Shabê, também estarão nos palcos dos mineiros fora das Gerais. O novo show também é referência de sonoridades, arranjos e repertório para o próximo cd de Tom Nascimento, em fase de pré-produção e que
sucederá o disco “Unauaiaí” (2001), com previsão de lançamento para o próximo ano.
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Trajetória do Tom
Nascido em Belo Horizonte, mas crescido em Santa Luzia, na região metropolitana, Tom Nascimento possui 13 anos de carreira dedicados à música, como cantor, instrumentista e compositor. Iniciado no violão erudito, ainda nos bares encantou-se pela música popular brasileira e, especificamente, pelos ritmos e canções de origem africana, que vão do samba aos ritmos nordestinos, e que na música de Tom Nascimento encontram-se com o rhythm'n'blues, reggae e outros estilos para compor um “afropop” à mineira.
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Em 2004, o cantor foi convidado para ser o vocalista da banda Berimbrown, com a qual gravou o disco “Irmandade”, apresentou-se em turnês pela Europa, foi destaque na mídia nacional e dividiu palcos e gravações com grandes artistas brasileiros, a exemplo de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Luiz Melodia, Sandra de Sá, Gerson King Combo, dentre outros.
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“Pedro vai...”
Foto: Dila Pucinni
Estar no palco com Tom Nascimento é como relembrar o tempo para Pedro Morais, tido como um dos expoentes do atual cenário musical de Minas, dono de uma voz privilegiada e exímio compositor de músicas sofisticadas e letras que exalam verdade e poesia. Da mesma geração que Tom e com o mesmo tempo de estrada, eles têm afinidade musical e “trombam” estilos. “Tocamos juntos em vários lugares. Acho que isso gerou uma afinidade natural, além duma amizade musical. Tem um lance que temos muito a ver que é a influência da música negra. Mas ele é negão e eu não, infelizmente (risos). Na próxima encarnação quero vir negão”, revela Pedro Morais.
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O convite a Pedro se deu não apenas pela afinidade musical entre os dois, mas também pela admiração que ambos tem um pelo outro. “O Tom é um cara que admiro demais, que respeito muito, pela trajetória, de como ele se dedica ao trabalho, pelo respeito à música. É um cara instintivo, assim como eu. Tem muito pulso, faz o que vem do coração e canta de uma maneira muito visceral. Isso eu admiro demais. Acho que isso fortalece a verdade dele enquanto artista. Com isso, ele é mais verdadeiro a cada show”.
Pedro Morais se prepara para o lançamento de seu segundo cd que será lançado primeiramente no myspace (www.myspace.com/opedromorais).
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Foto: Netun Lima
Os “broda”, Dokttor e Shabê
Juntos desde 2007, Dokttor Bhu, um dos fundadores da extinta banda Divisão de Apoio – pioneira na cena do Hip Hop de BH nos anos 80 –, e Shabê, rapper despojado, letrista sensível e rebuscado - com referências literárias -, destacam-se como uma singular dupla do rap mineiro.
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Apesar da recente parceria, os “broda” possuem anos de estrada pelos palcos e quebradas de BH. Moradores da região de Venda Nova, o encontro para a parceria musical foi inevitável, e esse “freestyle” já foi apresentado em eventos como o 4º Festival de Arte Negra (FAN) de 2007, Conexão Vivo 2008 e no último Hip Hop In Concert, tendo sido agraciados pelo festival como o melhor conteúdo poético.
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O encontro musical com Tom Nascimento partiu do convite da dupla para ele gravar uma participação na música “O amor é meu”. “Conheci o Dokttor na Lagoa do Nado, há alguns anos, mas foi esse ano que recebi o convite para participar da música dele com o Shabê. Fiquei feliz, pois a música me surpreendeu; tem haver comigo. Me senti em casa com ela e me deram liberdade para colocar o meu violão e cantar. Gostei tanto que me afinizei ao trabalho dos caras e, para retribuir, fiz o convite para eles escreverem um rap para minha música ‘Funk-se Rock-se’”, lembra Tom. A música pode ser conferida no www.myspace.com/dokttorbhueshabe
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Serviço:
Lançamento do show “TecnoGroove”, de Tom Nascimento com participações especiais de Pedro Morais e Dokttor Bhu e Shabê
Data: 26 de junho (sext-feira), às 22 horas
Local: Stúdio Bar (rua Guajajaras, 842, Centro)
Ingressos: R$ 15,00 (masculino) e R$ 10,00 (feminino)
Informações: (31) 3047-1020 / 3224-1251

Dia 04/06 (quinta-feira), Nito Landau no Reciclo II!


Dia 18/06 - Tom Nascimento e Banda no Conservatório!





Quinta-feira (28/05), Nito Landau no Reciclo II.

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3 Anos da BEBOP!!!

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Clique na imagem e veja o cartão em melhor resolução.

Tom Nascimento no Reciclo II - 23/05 (sáb), a partir das 18 horas!




Release 25/04 - Oficina de Sérgio Pererê

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Em oficina criada a partir do seu último disco,
Pererê apresenta novas possibilidades para a voz
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Utilizar a voz como mídia e instrumento primários no processo de elaboração musical. Foi pensando nisso que o cantor, compositor e multi-instrumentista Sérgio Pererê desenvolveu a oficina “Labidumba”, inspirada e criada a partir de seu último e homônimo CD. Concentrada em três dias, a oficina acontecerá entre 12 e 14 de maio, na Escola de Canto Babaya, das 20 às 22 horas. As inscrições estão abertas, com vagas limitadas, e podem ser feitas pelo telefone (31) 3344-7396.
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Na oficina, direcionada a cantores, Pererê aplica exercícios vocais desenvolvidos por ele ao longo de sua experiência como cantor para ampliar as possibilidades de utilização da voz, valendo-se da criatividade. Toda a metodologia foi elaborada a partir do conceito do disco “Labidumba”, por excelência percussivo e que traz a voz como o cerne da concepção harmônica, transitando entre cantos africanos e tibetanos. Entre as diversas técnicas desenvolvidas e utilizadas pelo artista estão: variações de entonações, impostação vocal, canto difônico, sons guturais, onomatopeia de instrumentos musicais e exercícios de independência.
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Sérgio Pererê
Foto: Netun Lima
Iniciado na música ainda na infância, Sérgio Pererê possui formação autodidata e muito cedo chegou a ter contato com grandes músicos, como o baterista Robertinho Silva e o percussionista Marcos Suzano. Influenciado pelo blues e rock progressivo, mas sem perder as raízes afro-brasileiras, liderou a banda AVONE, trabalho no qual exercitou seu talento enquanto compositor. Mais tarde, fez experimentações na área da MPB ao lado dos violonistas Meliandro Gallinari e Rafael Trapiello e da flautista argentina Andréia Cecília Romero. O quarteto formava o Grupo Pedra de Tucum, que interpretava, além de canções próprias, clássicos da MPB.
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Atuou como solista no espetáculo “Fogueira do Divino”, assinado por Tavinho Moura e Fernando Brant, ao lado de Sérgio Santos, Marina Machado, Claudia Vale, Alda Resende, Mariana Brant, Toninho Marra, Geovanne Sassá e Santonne Lobato, sob a regência do Maestro Nelson Aires.
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Desde 1995, junto com Santonne Lobato e Giovanne Sassá forma a banda Tambolelê, com a qual lançou dois discos e já se apresentou nas principais cidades do Brasil e diversos países das Américas e Europa. Da banda, surgiu o Bloco Oficina Tambolelê, que tem sido um dos grandes destaques em Minas Gerais no trabalho sócio-cultural com jovens de periferias.
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Ao lado de Wagner Tiso no Rio de Janeiro, em 2002, viveu uma grande realização em sua carreira como cantor ao interpretar as canções para Chico Rei e Santa Efigênia, anteriormente gravadas por Milton Nascimento.
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Como um dos compositores mais significativo das novas linhagens da MPB, Sérgio Pererê possui os CDs solos e autorais “Linha de Estrelas” (2005) e “Labidumba” (2008). Admirado por diversos artistas do cenário nacional, já teve suas composições gravadas por Ceumar, Regina Souza, Titane, Eliana Printes, Anthônio e Mauricio Tizumba, além de ser cantado por grandes nomes como João Bosco, Milton Nascimento, Chico César, Vander Lee e Fabiana Cozza, sambista paulistana que gravará canções do compositor no seu próximo disco.
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No teatro, Pererê ainda foi ator-cantor nos espetáculos “Besouro, Cordão-de-Ouro” e “Bituca – O Vendedor de Sonhos”, em homenagem a Milton Nascimento, ambos dirigidos por João das Neves e que excursionaram por diversas capitais do Brasil.

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Serviço:
“Labidumba - oficina de recursos vocais para cantores”, com Sérgio Pererê
Data e horário: 12, 13 e 14 de maio, de 20 às 22 horas
Local: Babaya Escola de Canto (rua São Domingos do Prata, 505, Santo Antônio)
Investimento: R$ 150,00
Inscrições e informações: (31) 3344-7396 (vagas limitadas)

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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com