Release 10/11 - Consciência Negra é comemorada com espetáculo por Tizumba e Trupe Negra

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Semana da Consciência Negra é
celebrada com musical de Tizumba

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Em “O Negro, a Flor e o Rosário”, Mauricio Tizumba e Trupe Negra resgatam personagens da história do Brasil, valores, crenças e ensinamentos da cultura afro-brasileira
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Foto: Netun Lima
A trajetória do povo negro no Brasil contada com humor, encantamento e música através da história de ícones como os heróis e santos da religiosidade do Brasil. Isso e muito mais é o que traz o espetáculo musical O Negro, a Flor e o Rosário, de Mauricio Tizumba, que será apresentado no próximo domingo (15/11), às 20 horas, no Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima, na histórica Nova Lima. A apresentação é viabilizada pelo edital “Idéias Criativas para 20 de novembro”, da Fundação Cultural Palmares, que selecionou 20 espetáculos de cinco regiões do Brasil, com a temática Renascimento Africano, em apoio a iniciativas de promoção da cultura negra para crianças e jovens em idade escolar para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra. O espetáculo será apresentado ainda nas cidades de Belo Horizonte (dia 21) e Mariana (dia 22), sempre com entrada franca.
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Além de Tizumba, o elenco é composto pelas jovens atrizes: Elisa de Sena, Júlia Dias, Tásia D’Paula, Eneida Silva, Ana Luísa Coelho, Maíra Baldaia, Débora Guimarães, Simone Meireles e Josi Lopes. De maneira lúdica, divertida e despojada, a trupe introduz à platéia o universo das culturas de matriz africana, das tradições e saberes que nutrem o cotidiano e a fé do povo negro no Brasil. O espetáculo é composto por seis contos dedicados aos personagens: “Zumbi dos Palmares”, maior símbolo de resistência das lutas dos negros pela liberdade e igualdade, que desde 1996 pertence ao panteão dos heróis nacionais; “Dandara”, exemplo de mulher guerreira que lutou em defesa do Quilombo dos Palmares; o serelepe, brincalhão e misterioso “Saci Pererê”; os santos meninos “Cosme e Damião”, que trazem o universo infantil das brincadeiras e guloseimas; os “Orixás”, como divindades afro-brasileiras representadas na natureza e “Nossa Senhora do Rosário”, maior representação de religiosidade para os negros em Minas Gerais, principalmente para congadeiros e candombeiros.
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“É uma visão negra de quem conta essas histórias. Quero que as pessoas percebam a importância dessas referências e com elas a nossa música, nossa dança, nossa culinária, que são preciosidades que não surgiram hoje. Fiz esse espetáculo para mostrar ao público a beleza, valores, resistência e fé do povo negro”, explica Mauricio Tizumba. Segundo ele, a intenção do espetáculo é contribuir para a formação de crianças e jovens na compreensão do papel e participação do negro na sociedade.
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A peça tem direção de Paula Manata, do grupo Armatrux. O cenário que traz as imagens em tamanho natural de Zumbi e Dandara tocando tambores, foi feito por Eduardo Félix Leite, que assina também os figurinos e adereços. Já a trilha sonora possui músicas compostas pelo próprio Tizumba e cantigas do candomblé e congado recolhidas por ele, com preparação vocal feita por Marina Machado e coreografia e preparação corporal de Giovana Penna. A iluminação é de Bruno Cerezoli.
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Ficha técnica:
Concepção, roteiro, música e direção musical: Mauricio Tizumba
Direção cênica: Paula Manata
Cenário, adereços e figurinos: Eduardo Félix Leite
Preparação corporal e coreografias: Giovana Penna
Preparação vocal: Marina Machado
Produção executiva: Elias Gibran e Tamaki Yonekura
Cordel: Vitor Alvim
Iluminação: Bruno Cerezoli
Contra-regra: Wandersom Souza
Elenco: Elisa de Sena, Júlia Dias, Tásia D’Paula, Eneida Silva, Ana Luísa Coelho, Maíra Baldaia, Débora Guimarães, Simone Meireles e Josi Lopes
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Serviço:
Espetáculo “O Negro, a Flor e o Rosário” com Mauricio Tizumba e Trupe Negra
Data e horário: 15 de novembro (domingo), às 20 horas

Local: Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima (praça Bernardino de Lima, s/nº, centro, Nova Lima)
Entrada franca
Classificação etária: 7 anos

Informações: (31) 3227-1187

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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

RELEASE 05/11 - forumdoc.bh.2009 inicia com Programa UFMG

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Programação na UFMG inicia 1ª etapa do forumdoc.bh.2009
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Exibições de filmes, debates e oficina de vídeo com a presença de Adrian Cowell antecipam a 13ª edição do forumdoc.bh
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Foto: Vicente Rios/Divulgação

Cena do filme O Destino dos Uru Eu Wau Wau, de Adrian Cowell
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As transformações da floresta amazônica documentadas ao longo de décadas e as mudanças ocorridas na China do século 21 são retratadas, respectivamente, pelas obras cinematográficas de Adrian Cowell e Wang Bing. Importantes filmes destes autores serão exibidos e debatidos no forumdoc.bh.2009 Programa UFMG, que acontece de 10 a 18 de novembro, no Cine Clube da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG – Auditório 1, com sessões gratuitas às 11h, 14h e 16h. Além das mostras e debates, também haverá, no mesmo período, a oficina Teoria e Prática do Filme Documentário e Etnográfico.

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As atividades na UFMG integram a programação do forumdoc.bh.2009 – Festival do Filme Documentário e Etnográfico/Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo, que será do dia 19 a 29 de novembro, no Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes, sempre com entrada franca. Atualmente em sua 13° edição, o forumdoc.bh é realizado pela Associação Filmes de Quintal, em co-realização com a Universidade Federal de Minas Gerais. Ao longo dos anos, tem se destacado como um dos mais destacados festivais nacionais do filme documentário e etnográfico, contribuido para expandir as fronteiras entre documento e ficção, ciência e arte, pesquisa e linguagem das expressões humanas.

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A abertura oficial do forumdoc.bh.2009 será com o longa-metragem Corumbiara, realizado este ano por Vincent Carelli, que comentará o filme após a sessão. Durante o festival, destacam-se ainda a Mostra Cineastas Africanos – África Subsaariana, com produções representativas do cinema africano desde a década de 1950 até os dias atuais e a retrospectiva de autor brasileiro dedicada à obra de Ozualdo Candeias, precursor do Cinema Marginal, entre muitas outras atrações. O material de divulgação com a programação completa do festival será enviado em breve.
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PROGRAMA UFMG:
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Retrospectiva Adrian Cowell
Documentarista e historiador de origem britânica, Adrian Cowell terá uma retrospectiva inédita com 11 filmes produzidos no Brasil, entre os anos de 1980 e 1990, que trazem um dos mais reveladores registros sobre a devastação da Amazônia. As campanhas ambientalistas, a vida e morte de Chico Mendes, o primeiro contato com os índios Uru Eu Wau Wau, o garimpo em Carajás, a luta dos irmãos Villas Bôas pela preservação da floresta, entre outros conflitos históricos de uma Amazônia dilacerada pela inconseqüente ação humana são retratados em filmes como Chico Mendes – eu quero viver (1989) e Na Trilha do Uru Eu Wau Wau (1990).
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A curadoria da mostra foi realizada por Stella Penido, pesquisadora da Casa Oswaldo Cruz/Fio Cruz, que desenvolve projetos com vídeo documentário na Amazônia desde 1991. A mostra resulta de um projeto iniciado em 2006 com parceria da Universidade Federal de Goiás, no qual foi realizada uma complexa estratégia para trazer ao Brasil cerca de sete toneladas de material filmado sobre a Amazônia ao longo de 50 anos, que se encontrava alojado em condições precárias no porão da casa onde Cowell mora em Londres.
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De acordo com Penido, “os filmes da retrospectiva foram escolhidos por já possuírem versão em português. Eles retratam o auge do desmatamento na Amazônia, ocorrido durante os anos 80. Se em geral os documentários sobre a Amazônia se assemelham mais a reportagens, os documentários de Cowell se distinguem pela continuidade das suas filmagens, que em alguns casos se estendem durante décadas. Por isso, seus filmes possuem uma visão densa e abrangente sobre a devastação amazônica”.
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Para discutir sobre a fortuna política, etnográfica, ambiental e audiovisual da obra realizada por Cowell, o forumdoc.bh.2009 organizou a mesa redonda O cinema de Adrian Cowell e a Amazônia, que ocorrerá dia 17/11, às 14h, no Cine Clube da FACE/UFMG (Auditório 1) e contará com a presença do próprio realizador. Além dele, estão confirmados os seguintes debatedores: Vicente Rios, cinegrafista que trabalha com Cowell há trinta anos; o indigenista Mauro Oliveira; e a curadora da retrospectiva Stella Penido.
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No dia 18/11, às 11h10, no mesmo local, também haverá a mesa redonda Filmar Sociedades Indígenas, em que Adrian Cowell e Vincent Carelli falarão sobre a produção dos seus filmes na Amazônia brasileira. Ao longo da mostra, haverá ainda várias sessões comentadas pelo autor.
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Seminário Filmar o Trabalho A outra atividade prevista na programação do forumdoc.bh.2009 Programa UFMG é o Seminário Filmar o Trabalho, que promoverá um debate sobre a obra do premiado cineasta chinês Wang Bing, que ganhou o Festival de Cannes em 2007 com Fengming, a Chinese Memoir (Fengming, uma memória chinesa). Os debates acontecerão em torno do seu primeiro filme, Além dos trilhos (Tie Xi Qu, 2003), que tem duração de 9 horas. Sua exibição será divida em 4 sessões, que acontecerão nos dias 10 e 11/11, sempre às 14h e às 16h, com intervalo de 30 minutos entre uma sessão e outra.
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Filmado entre 1999 e 2001, Além dos trilhos registra a dramática transição da China, que abandonou a economia estatizada do comunismo maoísta para se tornar a mais promissora potência do mercado capitalista global. Esse documentário com contornos épicos retrata a decadência do distrito industrial Tie Xi, situado no nordeste chinês, antes um símbolo da pujança econômica comunista. Fábricas são fechadas, trabalhadores perdem seus empregos e casas: durante nove horas dividas em três episódios, Além dos trilhos expõe um dos mais ousados e minuciosos testemunhos sobre o processo transitório experimentado pela sociedade chinesa no início do século 21.
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Para debater sobre essa obra monumental, ganhadora do Grande Prêmio no Festival do Filme Documentário de Marselha em 2003, o forumdoc.bh.2009 convidou Tom Dwyer, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e autor do livro Vida e Morte no Trabalho: Acidentes do Trabalho e a Produção Social do Erro (Ed. da Unicamp, 2006), que desenvolve pesquisas sobre as conseqüências da ascensão chinesa para o Brasil. O outro debatedor, que também organizou o seminário, é César Guimarães, professor do Departamento de Comunicação Social da UFMG e autor de várias obras sobre cinema e a questão da imagem na sociedade contemporânea, como Imagens da Memória: entre o legível e o visível (Ed. UFMG, 2003).
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Oficina Teoria e Prática do Filme Documentário e Etnográfico Até o dia 7 de novembro, encontram-se abertas as inscrições para a Oficina Teórica e Prática do Filme Documentário e Etnográfico, realizada pela 13ª edição do forumdoc.bh.2009. A oficina é gratuita e acontecerá na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. Será ministrada por Ruben Caixeta, Pedro Portella, Ana Carvalho e Cecília de Mendonça. Durante uma semana, os participantes irão assistir aos filmes de Wang Bing e Adrian Cowell. Ao mesmo tempo, sairão a campo para realizarem exercícios de filmagem aliados às discussões teóricas sobre cinema documentário e etnográfico. Os interessados devem enviar mini-currículo e carta de intenções para o e-mail oficina@filmesdequintal.org.br até o dia 07/11. O resultado da seleção será publicado no site www.forumdoc.org.br, no dia 09/11.
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Outras informações A programação do forumdoc.bh.2009 Programa UFMG inclui, ainda, o seminário A Perseguição no Cinema, em que a filósofa e historiadora da arte francesa, Marie-José Mondzain, uma das principais pensadoras contemporâneas sobre o estatuto da imagem, comentará e debaterá sobre filmes de Hitchcock, Apichatpong Weerasethakul, Alan Clark e Gus van Saint. O seminário acontecerá nos dias 17, 18, 19 e 21 de novembro, no Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes. Em breve também será enviada divulgação específica sobre o seminário.
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A programação UFMG conta com o patrocínio da Fundação CAPES. O forumdoc.bh, na edição 2009, tem os patrocínios do Programa Cemig Cultural, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte, da Fundação CAPES e do Fundo Nacional de Cultura da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.
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Serviços:
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forumdoc.bh.2009 Programa UFMG – 13º Festival do Filme Documentário e Etnográfico/Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo
Data: de 10 a 18 de novembro

Local: Cine Clube da Faculdade de Ciências Econômicas FACE/UFMG (Av. Antônio Carlos, 6.627, Pampulha)
Entrada franca

Informações: (31) 3889-1997 e www.forumdoc.org.br

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Inscrições abertas – Oficina de Teoria e Prática do Filme Documentário e Etnográfico forumdoc.bh.2009 – vagas limitadas
Inscrições: até 7 de novembro
Data e horários: de 10 a 18 de novembro, das 9 às 12 horas e de 14 às 18 horas
Local: FAFICH/UFMG (Av. Antônio Carlos, 6.627, Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas, Pampulha)

Informações: (31) 3889-1997 e www.forumdoc.org.br
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com


Se ligue: Tom Nascimento no FAN 2009

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forumdoc.2009 vem aí...

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Pelo segundo ano, a BEBOP Comunicação&Cultura faz a assessoria de imprensa de uma das ações culturais mais importantes do Brasil, no seu segmento. Trata-se do forumdoc.bh - Festival do Filme Documentário de Belo Horizonte / Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo, que esse ano está em sua 13º edição. O festival é produzido pela galera da Associação Filmes de Quintal. Poucos projetos são tão bem cuidados e feitos com tanta dedicação como esse festival em questão. Basta ver as vinhetas acima e abaixo, da edição do ano passado, para sacarem do que estamos falando. O festival começa no dia 10 e vai até o final do mês de novembro. Assim que a programação estiver concluída, daremos mais detalhes. Por enquanto, comemoramos, trabalhamos e somamos forças no forumdoc.bh.2009.

George Cardoso e Graziella Medrado

Tom Nascimento e Música Minas no Rio

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video

Música Minas - Tom Nascimento 23/10

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Música Minas leva Tom Nascimento ao Rio de Janeiro
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Divulgação (clique na imagem para ampliá-la)

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Na próxima sexta-feira (23/10), Tom Nascimento apresenta o show "TecnoGroove", no Teatro Odisséia, no Rio de Janeiro. Mais um espetáculo promovido pelo Programa Música Minas.
Você que ainda não conhece esse novo show do Tom, confira algumas músicas abaixo:
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Release 21/09 - BH recebe festival TransAmazoniennes

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A cultura afro da Amazônia e Caribe na capital mineira
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Pela primeira vez no Brasil, o Festival TransAmazoniennes, maior festival cultural do norte da América Latina e Caribe, traz atrações de música e dança contemporânea para celebrar o Ano da França no Brasil
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Fotos: TransAmazoniennes 2009/Divulgação

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Durante dois dias, a música e dança das expressões negroafricanas de países sulamericanos da região amazônica e caribe invadirão pela primeira vez a capital mineira. Trata-se da edição brasileira do Festival TransAmazoniennes, uma das poucas ações, em Minas Gerias, para celebrar o Ano da França no Brasil, que acontece nos dias 26 e 27 de setembro, na Casa do Estudante e Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna.

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Realizado pelo Transportation Label e a gravadora Amazonian Records, da Guiana Francesa, junto com o Centro Cultural Casa África, responsável pela produção no Brasil, o Festival TransAmazoniennes é considerado o maior festival de música do norte da América e do Caribe e também um dos dez maiores festivais de world music de expressão francesa. Surgido em 1996, na Guiana Francesa, o TransAmazoniennes ganhou amplitude internacional, onde apresentam-se artistas consagrados e revelações de países como Haiti, Martinica, Guianas, Suriname, Guadalupe, Jamaica, dentre outros, diante de platéias de mais de dez mil pessoas por dia. De lá, os mesmos artistas partem em turnê por diversos continentes para mostrar suas artes.
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É a primeira vez que parte do TransAmazoniennes chega a Belo Horizonte. Dividido em duas etapas, no dia 26 de setembro (sábado), na Casa do Estudante, acontecerá o “Amazoniennes Roots Reggae”, que reunirá artistas de diferentes nacionalidades para mostrar a diversidade desse ritmo surgido na Jamaica: Prince Koloni (Suriname), Maldon M’Say (Guiana Francesa), Gavin Jacobs (Guiana), Little Guerrier (Suriname) e, como convidado especial, o mineiro Celso Moretti.
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Já no domingo (27/09), no Teatro do OI Futuro Klauss Vianna, acontece o “Amazoniennes Connection”, com apresentações musicais do cantor de world music Chris Combette (Martinica/Guiana Francesa) e do grupo Fondering (Jamaica) e apresentação do grupo de dança moderna Tamango Urban’s Tap (Guiana Francesa/ Nova York). A abertura da noite ficará por conta do cantor e compositor Sérgio Pererê.
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Artistas do “Amazoniennes Roots Reggae”
Prince Koloni – Nascido no Suriname, Prince Koloni é filho de Morris Siwo, considerado o rei da música aléké. Seduzido pela cultura do movimento Rastafari, inicia-se no reggae, provocando fusões com aléké, criando um trabalho musical único. Em 2005, o jornal francês “Libération” considerou seu primeiro álbum “Introducing Koloni” o melhor álbum de world music do ano. Cantando em francês, inglês, português, holandês, takitaki e bushinengue tongo, Koloni possui cerca de dez álbuns de aléké e quatro de reggae, sendo que acabou de gravar na Jamaica seu mais recente CD “Real Bushinengue”. Página do artista: www.myspace.com/princekoloni.
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Maldon M’Say – Nascido em Cayenne, na Guiana Francesa, Maldon M’Say transita pelo Reggae, Ragga, Soul, Rap e ritmos como Boggle e Socas. Desde 2000, coleciona numerosos shows em palcos de diversos festivais e países. Em 2008, recebeu no Festival TransAmazoniennes o prêmio de “Melhor Artista de Reggae-Ragga”. Página do artista: www.myspace.com/maldone973.
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Gavin Jacobs – Pouco após a Guiana tornar-se independente da Inglaterra, nasce Gavin Jacobs, em 1969. Muito novo, começou a cantar na igreja, a exemplo de muitos jovens do bairro onde morava. Em 1988, passa a integrar a banda Sound Dimension, com a qual realiza numerosos concertos. Em 1990, muda-se para a Guiana Francesa, onde encontra a banda Choose Few. Em 1996, foi descoberto pelo produtor Henri Placide, que lhe propôs gravar um zouk em inglês, sob o título “Be Someone”; sucesso à época. Unindo mensagens da militância social a favor dos menos favorecidos, Gavin produz um reggae roots vigoroso, que funde-se com outros estilos. Página do artista: www.myspace.com/amazonianrecords.
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Little Guerrier – Um artista que busca sentido na música. Assim é Little Guerrier – ou Lil Guerrier -, que faz uma música que dá voz aos excluídos dos guetos do Suriname, Guianas e valoriza as sonoridades da Amazônica. Crescido entre os universos da dança hip-hop e da música gospel, Lil Guerrier sente-se, aos 12 anos de idade, profundamente tocado pelo álbum “Natural Mystic”, de Bob Marley. No reggae, encontra a afirmação e espiritualidade de suas canções. Após integrar a banda Reggae Matik, em 2007, lança o disco solo “Cry Out”, em que canta em seis línguas diferentes, do crioulo do Suriname ao francês. Página do artista: www.myspace.com/littleguerrier.
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Celso Moretti – Mineiro de São João Del Rei, Celso Moretti é o precursor da música regueira em Minas Gerais, desde a primeira metade da década de oitenta. De Betim para o mundo iniciou a construção do “Reggae Favela”, sua concepção musical que faz uso das essências do ritmo e cultura da Jamaica, mesclando a realidade social da periferia brasileira. De lá pra cá, lançou no mercado os discos “Reggae Favela” (1997), “Reggae Favela Periferia” (2002), “Cabeça/Coração” (2006, acústico para colecionadores) e “Reggae Favela Brasil” (2007). Página do artista: www.myspace.com/celsomoretti.
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Artistas do “Amazoniennes Connection”
Chris Combette – Considerado um dos melhores cantores de world music da atualidade, Cris Combette (Martinica/Guiana Francesa) produz uma música que rompe fronteiras e estilos, que vão do reggae ao jazz, passando por zouk, samba e bossa nova. Reconhecido pela elegância de suas melodias e voz refinada, em 1997, foi finalista do prêmio Découvertes da Rádio França Internacional, conquistando ainda outros prêmios importantes, como o “9 Semanines et un Jour”, organizado pela RFO-TV. Página do artista: www.myspace.com/chriscombette.
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Tamango Urban’s Tap – “Um dos melhores dançarinos atuais, com surpreendente velocidade e brilho”. Assim, foi visto pelo jornal estadunidense The New York Times o bailarino Tamango. À frente do grupo de dança contemporânea Tamango Urban’s Tap, Tamango nasceu na Guiana Francesa, mas mudou-se para a França aos oito anos de idade. Estudou sapateado no American Center e há mais de 15 anos vive em Nova York, onde seu grupo conquistou reconhecimento de crítica e público. No palco, o espetáculo promove um encontro vivo de dançarinos e músicos altamente talentosos, em que os tambores haitianos, violoncelo, harpa, didjeriddo e trompete misturam-se ao jazz, funk, flamenco, capoeira, sapateado e dança hip-hop. Veja o vídeo do grupo:

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Fondering – Do tambor sagrado naya bighi aos tambores alékés, o grupo jamaicano Fondering cria a partir de 1993 um reggae peculiar, que no palco une três cantoras, percussionistas, bateria, maracás, sopros e cordas. Desde 2003, o grupo tem realizado turnês pela Europa, conquistando prestígio por onde passa. Na discografia, possui mais de 15 álbuns lançados. Página do artista: www.myspace.com/koloniandfondering.
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Sérgio Pererê – Multiartista e dono de uma voz privilegiada, Sérgio Pererê é um dos fundadores do grupo Tambolelê. Considerado um dos compositores mais significativo das novas linhagens da MPB, Pererê possui os CDs solos e autorais “Linha de Estrelas” (2005) e “Labidumba” (2008). Página do artista: www.myspace.com/sergioperere.
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Serviços:
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26 de setembro (sábado)
Festival TransAmazoniennes - Amazoniennes Roots Reggae
Horário: às 22 horas
Local: Casa do Estudante (av. Getúlio Vargas, 85, Funcionários, Belo Horizonte/MG)
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)
Pontos de vendas: no local e DCE da PUC (av. Dom José Gaspar, 500 – Coração Eucarístico)
Informações: (31) 3234-4241 / 3375-7031 / 8688-7560 / 8866-1577 e casaafrica@casaafrica.com.br
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27 de setembro (domingo)
Festival TransAmazoniennes - Amazoniennes Connection
Horário: às 18 horas
Local: Teatro do OI Futuro Klauss Vianna (av. Afonso Pena, 4.001, Mangabeiras, Belo Horizonte/MG)
Ingressos: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada)
Pontos de vendas: no local, de terça à sábado, das 15 às 21 horas. Domingo, das 13 às 19 horas. Na loja Ingresso Rápido (Shopping 5ª Avenida – rua Alagoas, 1314 / loja 26c), de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas, e sábado, das 10 às 14 horas.
Informações: (31) 3234-4241 / 8688-7560 / 8866-1577 e casaafrica@casaafrica.com.br
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Clique aqui e baixe o RELEASE em formato word.
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IMAGENS DE DIVULGAÇÃO - Clique no links abaixo para baixar as fotos em alta resolução:
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FOTOS DIVULGAÇÃO Festival TransAmazoniennes 2009 - Crédito obrigatório: TransAmazoniennes 2009/Divulgação.
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OBS: Crédito diferenciado para as fotos dos mineiros:
- Celso Moretti - créditos: Foto 01 Carlos Stan/ Divulgação e Foto 02 Vilmar Silva/Divulgação.
- Sérgio Pererê - crédito: Netun Lima/Divulgação
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com


RELEASE 01/09 - Tom Nascimento apresenta seu "TecnoGroove" em São Paulo

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O groove e suingue da nova expressão da black music mineira
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Em carreira solo, Tom Nascimento, ex-vocalista da banda Berimbrown, leva à capital paulista seu novo trabalho, intitulado “TecnoGroove”
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Foto: Netun Lima
Compositor e instrumentista de melodias vibrantes e cantor de voz potente e privilegiada. Assim é Tom Nascimento, reconhecido como um dos principais nomes da nova safra de compositores e cantores de Minas Gerais.

Imagine um passeio suingado, movido pelo original funk da soul music com paradas obrigatórias no reggae, salsa, afoxé e variações do samba (samba-funk, samba-rock...), que vai dar num punch que mistura, ainda, a percussividade aos timbres eletrônicos. Essa é a “viagem musical” proposta pelo novo show do cantor e compositor Tom Nascimento, intitulado “TecnoGroove”, que ele apresenta na Choperia do SESC Pompéia, no dia 11 de setembro (sexta-feira), às 21 horas.

No novo show, Tom explora as potencialidades tecnológicas, como o uso de loop station, efeitos e samplers, incorporados às técnicas de afro-beatbox e as batidas percussivas do violão, uma das marcas dele enquanto instrumentista. No palco, ele é acompanhado da banda formada por Paulo Maitá (baixo), Dalton Palmiere (teclados), Johnny Herno (percussão e efeitos) e Rodrigo Gonçalves (bateria). No repertório, pesam as músicas autorais, como “Funk-se Rock-se”, “Assim Não”, parceria com Tattá Spalla; “Além do Mar” e a já conhecida do público mineiro “Menina Bela”, além de algumas “releituras extravagantes” – como ele prefere chamar -, que é o caso do clássico de Alceu Valença, “La Belle de Jour”, que foi transformado em funk.

É com o show “TecnoGroove” que Tom Nascimento inicia por São Paulo uma circulação nacional pelo projeto “Música Minas”, do Governo do Estado, do qual foi selecionado e se apresenta ainda em outras duas capitais brasileiras. O novo show também é referência de sonoridades, arranjos e repertório para o próximo CD de Tom Nascimento, em fase de pré-produção e com previsão de lançamento para 2010.
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Tom Nascimento
Nascido em Belo Horizonte, mas crescido em Santa Luzia, na região metropolitana, Tom possui 13 anos de carreira dedicados à música, como cantor, instrumentista e compositor. Iniciado no violão erudito, ainda nos bares encantou-se pela música popular brasileira e, especificamente, pelos ritmos e canções de origem africana, que vão do samba aos ritmos nordestinos, e que na música de Tom Nascimento encontram-se com a força do quem vem do balaio da música negra internacional, do rhythm'n'blues, soul music, rock, reggae e outros estilos para compor um “afropop” à mineira.

Em 2004, o cantor foi convidado para ser o vocalista da banda Berimbrown, com a qual gravou o disco “Irmandade”, apresentou-se em turnês pela Europa, foi destaque na mídia nacional e dividiu palcos e gravações com grandes artistas brasileiros, a exemplo de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Luiz Melodia, Sandra de Sá, Gerson King Combo, dentre outros.

Em julho e agosto de 2008, Tom realizou a primeira turnê solo internacional pela Itália, com shows pelas cidades de San Remo, Bussana Vecchia, Bussana Mare e Vitimiglia. A composição “La Formica Teresa”, com letra em italiano e que mistura funk, salsa e reggae, teve vídeo-clipe gravado durante o último verão naquele país.
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Músicas e mais informações em www.myspace.com/tomnascimento.
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Serviço:
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Show “TecnoGroove”, de Tom Nascimento
Data: 11 de setembro (sexta-feira), às 21 horas
Local: SESC Pompéia – Choperia (rua Clélia, 93, Pompéia – São Paulo/SP)
Ingressos: R$ 16,00 (inteira), R$ 8,00 (matriculados no SESC e dependentes, + 60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes) e R$ 4,00 (trabalhadores do comércio e serviços matriculados no SESC e dependentes)
Classificação etária: 18 anos
Informações:
(11) 3871-7700

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Assessoria de Imprensa e Produção:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Fabiana Cozza inicia turnê nacional em Beagá

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RELEASE 15/07 - Cozza inicia turnê em BH

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Fabiana Cozza “abre caminho” de turnê nas Minas Gerais
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Com o poder de seu canto, a intérprete apresenta “Quando o Céu
Clarear”, no Grande Teatro
do Palácio das Artes, com participações
de Sérgio Pererê e Mauricio Tizumba
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Foto: Dani Gurgel/Divulgação

Por considerar “uma segunda casa” onde sempre é recebida com muito carinho e fez shows memoráveis nos últimos anos, é que a cantora paulistana Fabiana Cozza pede “licença” para iniciar por Belo Horizonte a turnê do show “Quando o Céu Clarear”. A apresentação será no dia 29 de julho (quarta-feira), às 20 horas, no Grande Teatro do Palácio das Artes, com ingressos a preços populares.

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“É super declarada minha paixão por Belo Horizonte, Minas Gerais. É como se Minas fosse minha casa. Começar por Beagá é pegar bons fluídos para seguir com a turnê, já que é um lugar que tem me dado muitos presentes toda vez que apareço: um público maravilhoso, amigos e pessoas que me acolhem como se eu estivesse na casa de minha mãe. É incrível como não tenho essa relação com nenhum outro lugar. Isso faz com que eu torça para chegar em Belo Horizonte, onde até uma linda música eu ganhei do Sérgio Pererê”, explica Fabiana Cozza, sobre a escolha da capital mineira para dar início aos shows. A turnê “Quando o Céu Clarear” tem o patrocínio parcial do Banco BMG, através de incentivo da Lei Federal Rouanet, e passará também pelas capitais: Salvador, Recife, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.
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Para o show em Beagá, Fabiana conta com as participações especiais dos mineiros Sérgio Pererê, de quem ganhou a canção “Estrela Guia” que estará no próximo disco da cantora, e Mauricio Tizumba. Outra composição inédita no show e que, também, estará no próximo CD é “Santa Bamba”, de Kiko Dinucci.
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Com a maioria dos músicos que participaram da gravação do CD, o espetáculo conta com Douglas Alonso, na percussão; Renato Epstein, no violão; Rodrigo Campos, cavaquinho; Edinho Sant’anna, piano; Celso de Almeida, bateria; Marcos Paiva, contrabaixo e direção musical; Irineu Nogueira, dança; Jorge Balbyns, preparação corporal; figurino assinado por Viver de Arte, com consultoria de moda de Valéria Soares; e Olívia Araújo, na direção cênica. A direção de produção é de Daniel Lima, com produção local e gestão cultural da turnê de Karú Torres.
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Fabiana Cozza, o samba entre muitos dons
Aos 33 anos, Fabiana Cozza é tida como uma das principais intérpretes da nova geração, com aval e a benção de estrelas como João Bosco, Nei Lopes, Dona Ivone Lara, Chico César, Maria Rita, dentre outros.

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Com dois CD’s lançados, “O Samba é Meu Dom” (2004) e “Quando o Céu Clarear” (2007), a cantora já foi indicada por duas vezes ao Prêmio TIM de Música, sendo que em 2008 nas categorias “Melhor Cantora de Samba” e “Melhor Cantora pelo Júri Popular”. Já em 2005, foi indicada no mesmo festival como “Revelação” e “Melhor Cantora de Samba”, tendo participado também do Prêmio Rival Petrobrás, na categoria “Artista Revelação”.
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Gravado em clima de “ao vivo” no estúdio, o CD “Quando o Céu Clarear” traz Fabiana Cozza como uma intérprete mais madura, que demarca território na música brasileira e que quis imprimir com mais fidelidade a força da música que tem levado aos palcos. O resultado é um disco pulsante, com a vitalidade dos ritmos afro-brasileiros, presentes nas 15 faixas, reforçando a devoção da cantora ao samba e à força (ou melhor, o “axé” típico do povo do santo, da magia dos orixás) das heranças culturais d’África e compositores que às bem representam, como Gerônimo, Vevê Calazans, Roque Ferreira, João Bosco, Aldir Blanc, Nelson Sargento e D. Ivone Lara, entre outros. “O segundo disco é mais quente que o primeiro. No primeiro disco, uma coisa que eu ouvia muito das pessoas é que eu rendia muito no palco e comentavam também: ‘olha ela é muito diferente no palco que no disco’. E isso me incomodava. Então, tive a necessidade de gravar um disco mais vivo. Daí, entramos no estúdio e gravamos as faixas praticamente todos juntos, o que dá outra vitalidade. Na seleção do repertório eu privilegiei também o que fazia em rodas de samba. O disco mostra uma Fabiana mais faceira, que gosta da dança, do jogo de perna... Quis fazer um disco para as pessoas saírem sambando dentro de casa”, revela.
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Desde que lançado, em setembro de 2007, o disco tem tido ótima recepção de público e crítica, com elogios feitos por jornalistas como Nelson Motta, Luiz Fernando Vianna (Folha de São Paulo), Lívia Deodato (O Estado de São Paulo), Luiz Antonio Giron (Época e Rádio Cultura), além da faixa-título, composta por Roque Ferreira, ter sido eleita na 18ª posição entre as 50 melhores músicas do mundo de 2007, segundo críticos da revista Rolling Stone, edição de janeiro de 2008. Com atuações em peças teatrais, Fabiana Cozza faz dos palcos o lugar para o seu deleite e consagração em momentos únicos, seja solo ou dividindo-os com grandes nomes a exemplo de Jair Rodrigues, Paulinho da Viola, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Zimbo Trio e Rappin Hood. Já apresentou-se no Teatro Municipal e Teatro Rival, no Rio de Janeiro, HSBC Brasil (antigo Tom Brasil, em São Paulo), Santander Cultural (Porto Alegre), Teatro Castro Alves (Salvador) e palcos no exterior, em países como França, Alemanha e Japão. No Japão, participou em 2008 de turnê ao lado do violonista Marcel Powell, dividindo o palco com a maior expressão do jazz japonês, o saxofonista Sadao Watanabe.
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Serviço:
Show da turnê “Quando o Céu Clarear”, de Fabiana Cozza com participações de Sérgio Pererê e Mauricio Tizumba
Data e horário:
29 de julho (quarta-feira), às 20 horas

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada), à venda na bilheteria do teatro
Classificação etária: 12 anos
Informações: (31) 3236-7400
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IMAGENS DE DIVULGAÇÃO
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FOTOS DIVULGAÇÃO - FABIANA COZZA - Créditos descritos nos arquivos
FOTOS DIVULGAÇÃO - CONVIDADOS - Créditos: Foto Sérgio Pererê - NETUN LIMA / Foto Mauricio Tizumba - LEONARDO LARA
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

XV Festival Internacional de Capoeira Angola - de 30/07 a 02/08

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RELEASE 14/07 - 15º Encontro Internacional de Capoeira Angola

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Belo Horizonte é sede do 15º Encontro
Internacional de Capoeira Angola
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Realizado pela Fundação Internacional de Capoeira Angola, o encontro reunirá praticantes de capoeira de diversas nacionalidades, com mostras, palestras, seminário e oficinas com a presença de grandes mestres
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Foto: Robert Cooper/Divulgação
Dentre as diversas contribuições africanas na formação da identidade e legado cultural do povo brasileiro, uma delas é arte e filosofia que abarca praticantes e seguidores pelos quatro continentes no mundo: a capoeira angola. Com o tema “Capoeira Angola: tradição, heranças e herdeiros”, a representação da Fundação Internacional de Capoeira Angola (FICA) em Minas Gerais realiza, entre os dias 30 de julho e 02 de agosto, a 15ª edição do Encontro Internacional de Capoeira Angola, na capital mineira, no Espaço Veredas da Fundação Guimarães Rosa, região de Venda Nova.
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O evento é destinado a praticantes de capoeira e contará com a presença de sociólogos, antropólogos, além de trazer a Belo Horizonte, como um dos destaques, o mestre João Grande, que atualmente reside nos EUA e é dos primeiros discípulos de Mestre Pastinha (1889-1981), considerado uma das maiores referências da Capoeira Angola. No encontro, estarão presentes, ainda, os mestres Cobra Mansa (Salvador/BA), Valmir (Salvador/BA), Lua de Bobó (Salvador/BA), Manoel (Rio de Janeiro/RJ), Jurandir (Belo Horizonte/MG), além do embaixador do Senegal no Brasil, Fodé Seck, que lembrará a participação de Mestre Pastinha no 1º Festival Mundial de Artes Negras (FESMAN), em 1966 no Senegal. Esse foi o marco de quando todas as nações da diáspora africana conheceram a capoeira angola como uma arte por excelência brasileira, lembrada nas rodas com a famosa ladainha que diz “Pastinha já foi à África pra mostrar a capoeira do Brasil”.
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O encontro é uma oportunidade de relacionamento e intercâmbio entre capoeiristas de diversas localidades, além de ampliar a difusão e acesso á população de Belo Horizonte de um saber fundamentado em prática e reflexão. A expectativa é que estejam presentes pessoas de mais de dez países, como ocorreu na última edição do evento em Minas Gerais, realizado em 2003. “É um encontro que busca uma troca cultural entre os praticantes da capoeira angola no mundo”, define Mestre Jurandir, presidente da FICA-BH, responsável pela organização do evento, que terá a produção sob a responsabilidade do Centro Cultural Casa África nessa edição.
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O tema atual, “Capoeira Angola: tradição, heranças e herdeiros” busca preservar e fortalecer os princípios, símbolos e fundamentos da Capoeira Angola, observando sua continuidade nos diferentes contextos históricos e sociais. Propõe, ainda, uma reflexão sobre a herança cultural deixada aos filhos dos Mestres e alunos que realizam trabalhos voltados à preservação dessa tradição.
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A programação do encontro contará nos três dias com: oficinas e rodas de capoeira angola com a presença de grandes mestres; mostras de vídeo; oficinas de dança afro, samba, percussão e construção de instrumentos; palestras e seminário, com palestras ministradas por Marcus Cardoso, sobre “O Movimento Negro no Brasil” e o nigeriano Olúségun Akínrúlí, com o tema “Herança na Cultura Yorùbá”.
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A FICA e o Encontro
Criada em 1995, pelos mestres Jurandir, Cobra Mansa e Valmir, a Fundação Internacional de Capoeira Angola (FICA) realiza, ao longo de quase 15 anos de existência, um trabalho profícuo de preservação, valorização e difusão da capoeira angola pelo mundo, unindo ações sociais e culturais para promover cidadania e desenvolvimento humano.
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No Brasil, as sedes principais da entidade concentram-se nas capitais de Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ), mas a FICA também está presente nos EUA - em Nova Iorque, Washington, Chicago, Filadélfia, Havaí, Portland, Texas, Seattle, Oakland -, México, Costa Rica, Suécia, Alemanha, Dinamarca, Japão, Rússia, Moçambique e África do Sul.
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Em Minas Gerais, a FICA é presidida pelo Mestre Jurandir, responsável pela organização do encontro nessa edição. Entre os diversos projetos sócio-culturais realizados pela FICA no Estado, estão os desenvolvidos com crianças e adolescentes no Centro Cultural Tambolelê e em escolas públicas e particulares de Belo Horizonte. “A FICA defende a prática da capoeira angola como instrumento pedagógico, e não apenas como luta marcial, como muitas pessoas enxergam, mas também como uma arte e filosofia que pode contribuir para o crescimento natural do ser humano”, afirma Mestre Jurandir.
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Já o Encontro Internacional de Capoeira Angola é realizado anualmente, com edições bienais em cidades brasileiras, sempre intercalado com a realização em uma cidade fora do país. As últimas edições foram realizadas em Chicago (EUA), em 2008; Rio de Janeiro (RJ), em 2007; Washington (EUA), em 2006; Salvador (BA), em 2005 e em Oakland (EUA), em 2004.
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FOTOS DIVULGAÇÃO

Créditos obrigatórios:
Foto Mestre João Grande - ROBERT COOPER
Outras fotos - GEGE POGGI
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Serviço:
15º Encontro Internacional de Capoeira Angola - FICA
Datas: de 30 de julho a 02 de agosto
Local: Espaço Veredas da Fundação Guimarães Rosa (rua das Chácaras, 06, bairro Mantiqueira – região de Venda Nova, Belo Horizonte/MG)
Inscrições e informações: (31) 3234-4241 (Centro Cultural Casa África)
(31) 8818-3596 / quilombofica@yahoo.com.br (Mestre Jurandir)
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
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